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Espaço Cultural 508 Sul - Apresentação Exibe a versão de impressão da página Retorna para a página anterior


As origens do Espaço


O complexo arquitetônico do Espaço Cultural 508 Sul foi inaugurado em 13 de setembro de 1993.

Está situado no meio da Asa Sul, numa das quadras que – junto com as 107/108, 507 e 707/708 Sul – formam o quadrilátero da primeira Unidade de Vizinhança, prevista no Plano Piloto do arquiteto e urbanista Lúcio Costa.

O primeiro edifício que deu origem ao complexo cultural que começou a se estabelecer na década de 70 situava-se num setor destinado ao comércio, com galpões de estocagem de materiais de um lado, pela W2, e área de comércio, atendimento e administração voltada para a W3.

Nesse período, a sede da Fundação Cultural do Distrito Federal (FCDF) era em um dos galpões da 508 Sul. A história do espaço tem início com a ocupação dos galpões por artistas e assessores da FCDF, então sob a direção de Ruy Pereira da Silva.

A FCDF lutou junto à prefeitura do Distrito Federal para incorporar parte do bloco “A” da 508, que então funcionava como seção da Secretaria de Finanças. Nesse espaço, voltadas para a W3, foram instaladas as primeiras galerias. A primeira abre em 1973, com exposição do arquiteto japonês de renome internacional Kenzo Tange.

As galerias B e C são abertas em seguida, e alguns atores começam a ensaiar nessas dependências nas horas vagas. Alguns notam que o galpão da esquina seria ideal para um centro de oficinas e laboratórios. Importantes exposições passam a ser programadas na 508.

Em 1975, o diplomata Wladimir Murtinho toma posse à frente da Secretaria de Educação e Cultura, e fica imediatamente entusiasmado com o projeto da 508 Sul.

Nesse mesmo ano, outra novidade vem marcar o início da ebulição cultural na cidade: a instalação de uma construção em forma geodésica, que passa a ser chamada de Balão de Ensaio.

O Balão, concebido pelo arquiteto Sérgio Prado, com oito metros de diâmetro, destinava-se especialmente à dança e à música, mas também serviu como palco para espetáculos de teatro de bonecos e ponto de encontro de artistas plásticos e dos primeiros músicos de rock da cidade.



Experiências

Em 1977, outro desdobramento marcante para a 508 Sul é a implantação do Centro de Criatividade, que passa a compor, com os teatros Galpão e Galpãozinho e as galerias, um centro cultural com programação ininterrupta.


O projeto tem apoio da Unesco, dentro de uma política de “educação permanente através da arte”, abarcando a instrução, a informação e o lazer, e abre frente para uma série de oficinas de artes plásticas e teatro, com instrutores renomados.


Mudanças

A 508 passa por momentos difíceis, até que em 1986 toda a comunidade mobiliza-se para a retomada. O arquiteto Antonio Eustáquio é chamado para repensar o espaço e propõe a fusão dos galpões e a abertura das paredes, possibilitando uma passagem da W2 para a W3.

Em 1993, o Espaço Cultural 508 Sul é reinaugurado, depois de quase quatro anos em obras, com verba da fundação japonesa Mokiti Okada.

Atualmente é composto pelo Teatro Galpão, sala multiuso, sala de vídeo, sala para cinema, galpão destinado a oficinas, biblioteca, mezanino e espaço para laboratório e escritórios de administração.



Mapa da Planta - Térreo Mapa da Planta - Vista Avenida W3
Mapa da Planta - Superior Mapa da Planta - Vista Avenida W2
Mapa da Planta - Corte Mapa da Planta - Vista Norte

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