| Orquestra
Sinfônica do Teatro Nacional - Discografia |
 |
 |
Hino Oficial de Brasília
– LP 1990
O hino foi apresentado pela primeira
vez na inauguração do Colégio
Caseb, a 16 de maio de 1960, na presença
do Presidente Juscelino Kubitscheck e várias
autoridades do Distrito Federal. Em janeiro de
1961, durante um congresso de canto Orfeônico,
o hino foi entoado pelos participantes, liderados
pelo maestro José Vieira Brandão,
quando foi sugerida a sua oficialização.
O MEC por decisão do Ministro Brigido Tinoco
nomeou uma comissão de alto nível,
presidida pelo maestro Eleazar de Carvalho, e
composta também pelo maestro Francisco
Mignone e os musicólogos Renzo Massarini
e Adhemar Nóbrega, para apreciar a composição,
cuja oficialização foi aprovada
por unanimidade. O decreto presidencial foi publicado
no Diário Oficial sob o nº 510000,
de 19 de julho de 1961.
Em 1990, a OSTNCS gravou, no formato LP, reunindo
30 composições sobre Brasília,
sob a regência do maestro Silvio Barbato
e por iniciativa do jornalista Márcio Cotrim.
Anteriormente o Hino Oficial de Brasília
havia sido gravado, no formato K7, também
pela OSTN, sob regência do maestro Claudio
Santoro e pelo coral Adventista sob a orientação
de Fernando Ostrovsky.
Brasília Ano
35 – CD 1995
Em 1950, o maestro Claudio Santoro compõe
“Canto de Amor e Paz”, uma peça
para cordas que sintetiza o sentimento nacionalista
de um Brasil em busca da sua identidade.
Em 1960, tudo no Planalto Central ainda era mato,
poeira vermelha e canto de pássaros, quando
Antônio Carlos Jobim e Vinícius de
Moraes abençoam o nascimento de Brasília
com a “Sinfonia da Alvorada.
Em 1981, morando em Belo Horizonte, Renato Vasconcelos
compõe a “Suite Brasília”,
que traduz o saudosismo do autor em um passeio
imaginário pela paisagem da cidade e que
se torna uma espécie de hino da juventude
brasileira.
As três obras, gravadas em formato Cde executadas
pela OSTNCS e pelo Madrigal de Brasília,
revelam a capital do país como os autores
a captaram em verso e melodia – e tal como
ela é – límpida, pulsante
e majestosa.
A Orquestra foi regida pelo maestro Sérgio
Kuhlmann, o Madrigal pelos maestros Lincoln Andrade
(Titular) e Radovir Filho (Auxiliar).
Hino Oficial de Brasília
– CD 1998
Realização do Fundo da Arte e da
Cultura do DF. O disco foi gravado ao vivo na
Sala Martins Pena do Teatro Nacional em dezembro
de 1998 com a OSTNCS, o Madrigal de Brasília
e a pianista Neusa França.
O CD traz 4 versões para o Hino de Brasília,
composto por Neusa França sobre versos
de Geir Nuffer Campos. A regência da OSTNCS
é da maestrina Elena Herrera que teve como
Regente Assistente o maestro Joel Barbosa. A regência
do Madrigal é do maestro Emílio
de César. Neusa França toca numa
das faixas ao piano, acompanhando o solo do cantor
Carlos Candango.
O CD traz as seguintes faixas:
1. Hino de Brasília
Orquestra Sinfônica do Teatro Nacional Claudio
Santoro e Madrigal de Brasília
Regência da Orquestra – maestrina
Elena Herrera
Regência do Madrigal – maestro Emílio
de César
2. Hino de Brasília
Orquestra Sinfônica do Teatro Nacional Claudio
Santoro
Regência da Orquestra – maestrina
Elena Herrera
3. Hino de Brasília
Madrigal de Brasília (a duas vozes)
Arranjo e acompanhamento – Neusa França
Regência do maestro Emílio de César
4. Hino de Brasília
Neusa França – piano com solo de
Carlos Candango
5. Hino Oficial Brasileiro
Orquestra Sinfônica do Teatro Nacional Claudio
Santoro e Madrigal de Brasília
Regência da Orquestra – maestrina
Elena Herrera
Regência do Madrigal – maestro Emílio
de César
Música de Neusa França e letra de
Geir Campos
Hino
à Brasília
Música: Neusa França
Letra: Geir Campos
Todo o
Brasil vibrou
E nova luz brilhou
Quando Brasília fez maior a sua glória:
Com esperança e fé
Era o gigante em pé
Vendo raiar outra Alvorada em sua História!
Com Brasília
no coração
Epopéia a surgir no chão
O candango
Sorri feliz
Símbolo da força de um país
Capital
de um Brasil audaz
Bom na luta e melhor na paz,
Salve o povo que assim te quis
Símbolo da força de um país!
| Hino
à Brasília: Partitura
e Mp3 |
 |
Partitura
do Hino à Brasília (.jpg) |
(Para
copiar os arquivos, clique com o botão
direito do mouse sobre o link desejado,
depois na janela que se abre, clique
em "Salvar destino como...")
|
|
 |
Hino
à Brasília (.mp3) |
*arquivo
de imagem em formato JPG
*arquivo
de áudio zipado em
formato MP3
|
|
Os autores do
Hino
Neusa França
Nascida em Campos (RJ), graduou-se
em piano e matérias complementares pela
Escola Nacional de Música da UFRJ, onde
concorreu à Livre Docência com a
tese: "O ritmo e a Iniciação
Musical". Obteve a primeira classificação
pianística, conferido pela insigne mestra
Magda Tagliaferro, de quem foi aluna e mais tarde
assistente. Em Nova Iorque, apresentou-se realizando
curso com Olga Samaroff no Carnegie Hall e em
Genebra aperfeiçoou-se em Didática
da Iniciação Musical (Instituto
J. Dalcroze).
Em Brasília, desde 1959, vem exercendo
intensa atividade como professora, compositora,
solista e regente de coros, realizando anualmente
festivais com alunos selecionados. Atualmente,
aposentada pela Escola de Música de Brasília
e pela Orquestra do Teatro Nacional Claudio Santoro,
tendo lecionado piano na Faculdade de Artes da
Fundação Brasileira do Teatro, exerceu
também o cargo de Presidente da Academia
de Letras e Músicas do Brasil. Colabora,
inclusive com o Instituto de Música do
DF, Centro de Artes Claude debussy e Conservatório
Brasília-Taguatinga. Em 1980, o Itamaraty
publicou o seu catalogo de obras.
Recebeu o diploma honorífico da Associação
Profissional da Mulher de Negócios do Brasil,
como uma das dez de todo o país. Em 1985,
participou da enciclopédia "Who´s
Who" da Universidade de Cambridge. Por ocasião
do Jubileu de Prata de Brasília, foi uma
das 25 damas "Destaques Pioneiras" homenageadas
no Palácio do Buriti.
Geir Nuffer Campos
Autor da letra do Hino Oficial de Brasília,
o poeta Gier Campos é de ascendência
alemã e nasceu em São José
do Calçado, estado do Espírito Santo
no dia 28 de fevereiro de 1924. Ex-combatente
da Marinha Mercante, ocupou cargos relevantes,
tais como diretor da Biblioteca Pública
do Estado do RJ, em Niterói, redator de
propaganda da rádio Ministério da
Educação e Cultura, desde 1995,
professor de introdução às
técnicas de comunicação da
Escola de Comunicação da UFRJ, e
foi jornalista profissional desde 1952.
Seu livro "canto Claro" foi premiado
pela Prefeitura do ex- Distrito federal, em 1956.
Em 1950 publicou os livros "Rosa dos Ventos"
e "Arquipélago" (poesias). Em
1969 classificou-se em primeiro lugar no festival
de poesias faladas do Estado do Rio de Janeiro.
Continuou exercendo o jornalismo no Rio de Janeiro
e, juntamente com a professora Neusa França
recebeu homenagem do GDF, através da Fundação
Cultural e da Orquestra Sinfônica do Teatro
Nacional Claudio Santoro, em 1995.
Foi mestre em "comunicação
e ruído" na tradução
teatral e foi membro fundador do Sindicato dos
Escritores do Rio de Janeiro e da Associação
Brasileira de Tradutores, da qual foi presidente.
Possui um grande e expressivo acervo de obras
publicadas como escritor, poeta e jornalista bem
como inúmeras traduções literárias.
Faleceu a 8 de maio de 1999 em Niterói,
Rio de Janeiro.
Madrigal de Brasília
regente: Maestro Emílio de Cesar
Sopranos: Beatriz de Mattos,
Cecília Lisboa, Cecília Rocha, Clarissa
Moraes
Florismila Lisboa, Ivonildes Bastos, Márcia
Serkes, Maria Lucia Rosa, Marília Cardoso
Contraltos: Márcia Patrocínio, Marly
Antunes, Mônica Simas, Nilsa Pinheiro, Sônia
Lobato, Viviane Rocha, Isabela Sekeff
Tenores: Denis Torre, Eder Camusis, João
Marinho, Marco Coutinho,
Samuel Silva
Baixos: Clemente Santos, Danilo Salomão,
Demetrio Bogea, Eduardo Rego
Moisés Ribeiro, Newton Barros, Paulo Rocha
Cantor-solista Carlos Candango
Co-Repetidora
Maria Francisca Aquino
Na gravação
Orquestra Sinfônica do Teatro Nacional
Fundador: Maestro Claudio Santoro
Regente Titular: Maestrina Elena Herrera
Regente Assistente: Maestro Joel Barbosa
Spalla: Claudio Cohen
Músicos Convidados
Elias Caires (percussão)
Francisco Orru de Azevedo (Violoncelos)
Carlos Ribeiro (violoncelos)
Renato Amaral (violoncelos)
Davson de Souza (flauta)
Igor Macarini (violinos)
Jorge Lisbôa Antunes (violinos)
Nivaldo dos Reis Calçado (trompa)
Félix Alonso (clarineta Baixo)
Histórico do Hino
música de Neusa França e letra de
Geir Campos
Este hino foi apresentado pela primeira vez na
inauguração do Colégio Caesb,
a 16 de maio de 1960, na presença do Presidente
Juscelino Kubitscheck e várias autoridades
do Distrito Federal. Em janeiro de 1961, durante
um congresso de canto Orfeônico, o hino
foi entoado pelos participantes, liderados pelo
maestro José Vieira Brandão, quando
foi sugerida a sua oficialização.
O MEC por decisão do Ministro Brigido Tinoco
nomeou uma comissão de alto nível,
tendo a frente o maestro Eleazar de Carvalho e
Francisco Mignone ilustre maestro, responsável
pela orquestração do Hino Oficial
de Brasília e ex-professor de harmonia
e composição da professora Neusa
França, além dos musicólogos
Renzo Massarani e Adhemar Nóbrega, para
apreciar a composição, cuja oficialização
foi aprovada por unanimidade. O decreto presidencial
foi publicado no Diário Oficial sob o nº
51000 de 19 de julho de 1961.
A gravação em CD desse hino foi
realizada, em dezembro de 1998 graças à
sugestão da Presidente da Câmara
Legislativa do DF, deputada Lúcia Carvalho
e o, deputado Luiz Estevão, com o apoio
irrestrito do Deputado Tadeu Filipelli. (Graças
aos quais Neusa França já havia
recebido em agosto de 1998, a outorga do Título
Cidadã-Honorária de Brasília).
Observações importantes:
Hino oficial de Brasília foi gravado em
1986 (no formato K7) pela Orquestra Sinfônica
do Teatro Nacional de Brasília Claudio
Santoro, sob regência do próprio
Caudio Santoro e coral Adventista sob orientação
de Fernando Ostrovsky. Em 1990, com a mesma orquestra,
sob a regência do Maestro Silvio Barbato
(no formato LP) reunindo 30 composições
sobre Brasília, por iniciativa do jornalista
Marcio Cotrim. Em seguida houve então a
gravação no formato CD, sob o patrocínio
da Câmara Legislativa do DF e daí,
procedeu-se, a respectiva distribuição
pelas escolas, clubes de Brasília e cidades
Satélites.
Os Imigrantes e a
Música - Dia da Cultura 2000
Realização do Ministério
da Cultura, com apoio da Secretaria de Cultura
do DF e patrocínio do Instituto Terceiro
Setor.
O CD traz as seguintes faixas:
1 - Fantasia Triunfal sobre o Hino Nacional
Brasileiro, de Louis Moreau Gottschalk,
com o pianista Arthur Moreira Lima;
2 - Canto D’Emigranti - Merica,
Merica, folclore do Veneto; Va Pensiero, ópera
Nabucco, de Giuseppe Verdi (as duas últimas
faixas com os corais Municipal de Imigrante, Vozes
do Prado, Coral Giuseppe Verdi e Coro Lírico
de Brasília;
3 - Va Pensiero - Ópera
Nabuco de Giupeppe Verdi;
4 - Fantasia para Tenor, Piano, Coro e Orquestra
sobre dois temas de Waldemar Henrique,
de Serguei Firsanov, com o tenor João Augusto
de Lima Ó’ de Almeida.
O disco foi produzido para a entrega da Ordem
do Mérito Cultural e a obra inédita
do compositor e maestro Serguey Firsanov foi encomendada
ao imigrante russo pelo ministro da Cultura, Francisco
Weffort e apresentada pela primeira vez no Palácio
do Planalto em novembro do ano 2000.
Sinfonias Brasil
500 Anos - 2000
Realização do Ministério
da Cultura, apoio da Secretaria de Cultura do
DF, produção do Instituto do Terceiro
Setor. A idéia surgiu nas discussões
para a comemoração dos 500 anos
de Descobrimento do Brasil, com um comitê
executivo ncomendando cinco sinfonias alusivas
aos 500 anos do Brasil. Sete maestros brasileiros
(Isaac Karabtchevsky, Silvio Barbato, Norton Morozowicz,
Osman Giuseppe Gioia, Diogo Pacheco, Benito Juarez
e Tiago Flores) indicaram os compositores Almeida
Prado, Edino Krieger, Egberto Gismonti, Jorge
Antunes e Ronaldo Miranda para a realização
das obras.
O primeiro CD traz as sinfonias Terra
Brasílis, de Edino Krieger; Oré-Jacytatá
, de Almeida Prado e a Sinfonia 2000, de Ronaldo
Miranda.
O segundo CD traz as sinfonias Mestiço
e Caboclo, de Egberto Gismonti e Sinfonia
em Cinco Movimentos, de Jorge Antunes.
O CD Sinfonia Brasil 500 anos – integrante
da discografia da OSTNCS – realizado pelo
Ministério da Cultura, mereceu indicação
como um dos principais acontecimentos da música
contemporânea brasileira.
Clássicos
do Samba - 2001
Nesse ano, o Ministério da Cultura
homenagiou a cultura negra. Quatro escolas
de samba foram escolhidas para representar
essa cultura: Império Serrano, Portela,
Vila Isabel e Mangueira.
O CD traz as seguintes faixas:
Dona Ivone Lara
1. Tiê / Andei para Curimã
2. Sonho Meu
3. Aquarela Brasileira
Eliane Faria / Participação:
Velha Guarda da Portela
4. Preciso me Encontrar
5. Esta Melodia
6. portela na Avenida
Martinho da Vila
7. Feitiço da Vila
8. Onde o Brasil Aprendeu a Liberdade
9. Graça Divina
Jamelão / Participação:
Velha Guarda da Portela
10. As Rosas não Falam
11. Piano na Mangueira / Sei Lá Mangueira
12. Cem anos de Liberdade - Realidade ou Ilusão?
13. Pout - Pourri
a. Exaltação
a Tiradentes
Dona
Ivone Lara
b. Foi
um Rio que Passou em Minha Vida
Eliane
Faria / Participação: Velha
Guarda da Portela
c.
Vamos Renascer das Cinzas
Martinho
da Vila
d.
Exaltação à Mangueira
Jamelão
/ Participação: Velha Guarda
da Portela
|
|
|
|